TEXTO MARCUS VINÍCIUS SOUZA
O alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, último filósofo clássico famoso, nasceu em Stuttgart, em 27 de agosto de 1770. Até os 18 anos estudou Gramática. Nesse período, colecionou diversas publicações de autores clássicos, artigos de jornal, trechos de manuais e tratados usados na época; conjunto de apanhados que lhe foi útil por toda a vida.
O alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, último filósofo clássico famoso, nasceu em Stuttgart, em 27 de agosto de 1770. Até os 18 anos estudou Gramática. Nesse período, colecionou diversas publicações de autores clássicos, artigos de jornal, trechos de manuais e tratados usados na época; conjunto de apanhados que lhe foi útil por toda a vida.
Em 1788, entrou para o seminário de Tübingen, onde ficou por cinco anos. Entretanto, saindo de lá, Hegel não chegou a trabalhar como pastor, mas apenas como tutor particular em Berna, na Suiça, durante três anos. Nesse tempo em que ficou em Berna, Hegel escreveu Hegel theologische jugendschrifte, em português, algo como "Os primeiros escritos de Hegel", que, porém, foi publicado apenas em 1907.
Nos escritos, o filósofo investiga por que a ortodoxia impunha um sistema de normas arbitrário, enquanto, por outro lado, Cristo havia ensinado a moralidade racional, em uma religião adaptada à razão dos homens.
Hegel escreveu resumos de obras de filosofia, história, política e artigo de jornais ingleses após ter mudado para Frankfurt em 1796 onde ficou até 1801.
Foi ainda docente univer-sitário em duas ocasiões, a se-gunda em Berlin onde teve grande influência, editor de jornal, diretor de um ginásio. Casa-se em 1811 com Marie Von Tucher, 22 anos mais nova e, com ela têm dois filhos, Karl e Immanuel.
Os acontecimentos capitais na vida de Hegel foram a Revolução Francesa que ele acreditava ser uma tentativa de restaurar a cidade e as ações de Napoleão a quem considerava a alma do mundo.
O pensamento para Hegel é como um processo dialético que envolve as fases da lógica, natureza, e do espírito, considerando o mundo como um todo sistemático. Acreditava que a razão poderia ser construída a partir do pensamento. Seu modelo de análise da realidade influenciou, entre outros, Rousseau e Marx.
Nos últimos anos de vida, foi suspeito de panteísmo, acusado de duvidar da mortalidade da alma.
Sendo suas principais obras: "Fenomenologia do Espírito" (1806), "Ciência da Lógica" (1812-1816), "Enciclopédia das Ciências Filosóficas" (1817-1830), "Filosofia do Direito" (1817-1830).
Em 1831, quando retornara à vida acadêmica, depois de refugiar-se em cidades vizinhas, devido à epidemia de cólera, adquiriu a doença e faleceu em 14 de novembro.
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